A FIGUEIRA E O SICÔMORO

A Figueira

A FIGUEIRA (Fícus carica L.)

 

A Figueira  “teenah/teenim” (heb.) é o símbolo político de Israel, enquanto que a oliveira tipifica Jesus, segundo a tradição dos profetas antigos. A figueira foi o primeiro fruto a ser mencionado na Bíblia no relato de Adão e Eva no Jardim do Éden:

“….e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais”. (Gn. 3:7.)

 

Do ponto de vista arqueológico foram encontrados figos secos nas escavações de Gezer que datam do período neolítico (5000 a.C). A figueira possui folhas espalmadas, largas, ásperas ao toque e nervuras salientes. No outono as folhas despem as árvores para florescerem no começo da primavera.

A figueira é tão mencionada na Bíblia quanto a videira, onde é ressaltado o valor das uvas e do vinho.

“…a vide e a figueira darão a sua força.” (Joel. 2:22)

No sermão profético Jesus diz:

“Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já o seu ramo se torna tenro, e brotam folhas, bem sabeis que já está próximo o verão. (Mc: 13:28)

A figueira no sentido político de Israel atual brotou no dia 14 de maio de 1948, próximo ao verão do hemisfério norte, época em que os figos temporãos estão agarrados ao tronco. Israel são esses figos temporãos que serão colhidos após o arrebatamento da Igreja. Era comum em Israel haver em toda vinha uma figueira.

A figueira brota em Israel em fins de março. Nessa época ,os ramos são tenros e surgem folhas novas. É exatamente, nesta época, que o Senhor enfatiza o que diz MC13:28,  acima citado.

Jesus está falando de um tempo definido, conforme atestam outros textos específicos da Palavra falam do tempo do arrebatamento da Igreja, tomando como metáfora a figueira. Israel, como figueira, brotou próximo ao verão.

“…Quando o seu ramo se torna tenro e brotam as folhas, bem sabeis que está próximo o verão.” (Mc. 13:28)

Os figos apontados em Ct. 2:13 “A figueira já deu os seus figuinhos…” são aqueles que no ponto de contato com o velho tronco , ao mesmo tempo com as folhas, são pequenos, os quais com um vento forte caem. Os figos conhecidos como “temporãos”, as melhores espécies atingem a maturidade em junho , esses figos são muito doces e bons , e não são poucos os profetas que exaltam a excelência dos mesmos.

Miquéias diz deles “…nem figos temporãos que a minha alma desejou.”(7:1).  Jeremias 24:2 diz: “Um cesto tinha figos muito bons , como os figos temporãos…” Oséias 9:10 compara a Israel como “uvas no deserto, vi a vosso pais como a fruta temporã da figueira no seu princípio.”

 

Os figos tardios brotam lá para agosto. Nesta época são encontrados nos galhos de cima; é quando, então, ocorre a segunda grande colheita.

Mas há uma esperança para Israell.

“E há de suceder, ó casa de Judá, e casa de Israel, que, assim como fostes uma maldição entre os gentios, assim vos salvarei, e sereis uma bênção; não temais, esforcem-se as vossas mãos.” (Zc 8:13)

 

A geração de hoje tem presenciado o cumprimento da profecia com relação a Israel, como símbolo político da Figueira.

“E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores; Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão.” (Lc. 21: 29-30)

 

O SICÔMORO (Fícus sycomorus L.)

“E sobre os olivais e sicômoros que havia nas campinas” (1 CR. 27:28.)  “E fez o rei que houvesse ouro e prata em Jerusalém como pedras; e cedros em tanta abundância como figueiras bravas que há pelas campinas.” (2 Cr 1:15.)


Os sicômoros são os figos não – comestíveis, conhecidos como provenientes de figueiras bravas. Os sicômoros crescem abundantemente nos vales mais baixos. Produzem sombra agradável ao longo das estradas. Amós conheceu bem esta espécie de figo que não era comestível. Enquanto vigiava, á noite, os seus rebanhos costumava subir nos sicômoros para introduzir óleo nos figos com vistas a um amadurecimento adocicado dos frutos.

Esta era uma prática dos pastores de Tecoa, na Judéia. Os sicômoros assim tratados se tornavam doces e vendáveis no comércio. Os sicômoros estão citados em Cr 27:28 e são tratados aqui como “tesouros do campo”.

A época em que os sicômoros atingem a ponta dos galhos é no fim do verão, ocasião em que os pastos da Judeia se encontram secos, no vale de Jericó. Mesmo numa época escaldante, esta é uma área de forragens durante o período.

O sicômoro também foi objeto das palavras de Jesus. Quado ele passava por jericó havia um sicômoro que atravessava a estrada. Jesus olhando para cima viu Zaqueu e disse lhe:

“…desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa.” (Lc.19:5)

 

 Nivalda Gueiros Leitão

(Mensagem retirada do livro “Jesus na Ecologia Bíblica”.)

 

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