A IMPOSIÇÃO PRECIPITADA DAS MÃOS

imposição precipitada

 

Participação em pecados alheios

O Apóstolo Paulo adverte ao jovem pastor Timóteo para não impor as mãos precipitadamente:

“A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro.” (I Timóteo 5:22)

 

Há uma diferença importante entre cometer pecado e estar em pecado. Somos todos pecadores. Nesse sentido, afirma a Palavra:

“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer.” (Romanos 3:10).

Se porventura acreditamos estar isentos de pecados, nos enganamos e contrariamos a Palavra de Deus, como registra a primeira epístola de João:

 “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.” (1 João 1:8).

 “Se dissermos que não pecamos, fazemos-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (1 João 1:10)

 

No Novo Testamento, a palavra grega usada para pecado é “hamartia”, que traduzida significa errar o alvo. O pecado, então, deve ser visto como um “acidente” na vida do crente, isto é, esporádico e involuntário, pois o nosso objetivo é alcançar a vontade do Senhor.

Quando o pecado se torna um hábito, uma forma de via, o homem passa a estar em pecado. Em ambos os casos, porém, é necessário que haja arrependimento e disposição em lutar para não cometê-lo.

Se orarmos por alguém que conhece o evangelho, mas está em pecado e não demonstra arrependimento, seremos participantes do pecado alheio.

Lembramos que a oração é transmissão de vida e o Senhor quer abençoar o pecador e não o pecado. Há pessoas sobre as quais não devemos impor as mãos, mas levá-las ao arrependimento, um dos ensinamentos do evangelho.

Por isso, o apóstolo Paulo, logo após orientar acerca da imposição precipitada das mãos, adverte a não sermos participantes dos pecados alheios. Assim, não devemos impor as mãos para abençoar o estado de pecado no qual alguém se encontra.

 

Pessoas endemoninhadas.

O mesmo ocorre quando há uma pessoa endemoninhada. Não se deve abençoar a opressão. Seria precipitado impor as mãos neste caso. Primeiro é necessário uma libertação. O saudoso Pr. Dodd sempre ensinou que, nessas situações, devemos orar inicialmente sem impor as mãos, para que haja uma libertação.

Somente depois, com a pessoa liberta, oramos com imposição de mãos para que o Senhor venha abençoá-la.

Segundo a Bíblia, todo o espírito que confessa que Jesus veio em carne é de Deus:

“Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo que não confessa que Jesus veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo. (1 João 4;2-3)

“Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anatéma, e ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo.” (1 Coríntios 12:3)

 

Portanto, se a pessoa orar confessando que Jesus veio em carne, temos aí um sinal de que ela está liberta.

Jovens e neófitos

Se um adolescente ou jovem orar com a imposição das mãos sobre enfermos ou pessoas aflitas e sobrecarregadas, será um ato precipitado, pois os mesmos ainda não dispõem de estrutura espiritual para esse ato.

O neófito na fé também se encontra privado de tal autoridade. (1 Timóteo 3 :6)

Pr. Marcelo Ferreira

Trecho retirado do livro: A Doutrina da Imposição das Mãos

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